Um adeus para nossa querida Helena Samara

Fonte: ohaYO!
Morreu nesta quinta-feira, aos 74 anos, Helena Samara, nome artístico da atriz Lia Kalme. Sua voz e seu talento foi emprestado para dublar personagens inesquecíveis, como a Dona Clotilde (“Chaves”), Tia Em (“O Mágico de Oz”), Kaede (“InuYasha”), Maureen Robinson (“Perdidos no Espaço”) e Tenente Uhura (“Jornada nas Estrelas – Clássica”).
Uma história de amor com Chaves
Dificilmente algum brasileiro nunca tenha escutado sua voz. Mesmo não tendo um rosto conhecido do grande público, Helena Samara eternizou seu trabalho como atriz dublando personagens de sucesso na televisão brasileira. De todos eles, a mais conhecida era uma senhora que viva sofrendo nas mãos das crianças que insistiam em chamá-la de bruxa.
Ainda nos anos 80, Helena começou a dublar nos estúdios do SBT a adorável Dona Clotilde (Angelines Fernandes), também conhecida como a Bruxa do 71 do seriado “Chaves”, criado por Roberto Gomez Bolaños (o Chespirito).
Helena nunca mais parou de dar vida para a personagem em sua versão brasileira. No total entre episódios inéditos e redublagens ela chegou a dublar mais de mil episódios dos seriados da linha “Chespirito” no Brasil, onde dava voz para todas as participações da atriz Angelines Fernandes, interprete da Bruxa e de tantos outros personagens em seriados como “Chapolin”, “Chompiras” e “Pancada”.
E foi justamente com a Bruxa do 71, que Helena se despediu do mundo da dublagem. O último trabalho da atriz com o seriado foi redublando os episódios de Chaves para o mercado de DVD, onde fez todos os episódios de toda a coleção que será lançada. Helena também concluiu toda a dublagem da segunda fase da primeira temporada do desenho animado do “Chaves” (atualmente exibido aos domingos de manhã no SBT).
Curiosamente o último capítulo da primeira temporada do desenho é uma refilmagem do clássico “Acapulco”, um dos preferidos de Helena. Para os fãs de “Chaves” e “Chapolin”, Helena deixou seu presente: o respeito por todos eles. Mesmo com tantas mudanças de estúdios e problemas de bastidores ela nunca abandonou a personagem e junto com Carlos Seidl (Seu Madruga) e Marta Volpiani (Dona Clotilde) foi à única que participou de todas as dublagens dos seriados no país.
Para os fãs fica agora a lembrança de Helena como uma figura excepcional. Uma atriz que amava dar entrevistas, adorava falar com os fãs, participar de eventos e encontrar quem admirasse o seu trabalho. Sempre simpática e comunicativa esbanjava emoção ao falar de seus personagens e tratava todos eles com muito carinho.
“Eu amo todos os personagens que dublei”, declarou a atriz em entrevista que realizei para a revista Anime Kids. Quanto perguntei “todos mesmo?” ela respondeu “As Vovôs de ‘Dragon Ball’ e ‘Arnold’ são muito queridas, mas tem a Dona Clotilde né? Sempre a Dona Clotilde. Como esquecer aquela Bruxa e seu amor pelo Madruguinha?”.
Sim Helena, agora eu quem concordo totalmente com você, será impossível esquecer aquela Bruxa e seu impagável “Madruguinha”…
A carreira da nossa amável Bruxa
Helena Samara começou sua carreira de atriz ao lado da irmã, nos teleteatros da rádio Nacional. Um dos seus primeiros trabalhos foi como a Vilma, do desenho “Os Flintstones”, Depois vieram inúmeros personagens de seriados clássicos como Maureen Robinson (“Perdidos no Espaço”), Tenente Uhura (“Jornada nas Estrelas”), Endora (“A Feiticeira”) e Amanda Bellows (“Jeannie É Um Gênio”), Cinnamon Carter (“Missão Impossível – A série”) e Yetta Rosenberg (“The Nanny”).
A dubladora nasceu em Belo Horizonte, e foi criada em São Paulo. Seu sobrenome artístico foi inspirado numa loja de tecidos localizada na rua 25 de Março, aonde sua mãe possuía uma loja. Seu nome tornou-se inesquecível entre os fãs do seriado “Chaves”, onde ela deu vida para a Bruxa do 71 em português.
Recentemente conquistou os fãs dos desenhos animados como Vovó Uranai (“Dragon Ball Z”), Kaede (“InuYasha”), Vovó do Arnold (“Hey Arnold!”), Professora do Doug (“Disney’s Doug”) e Dorothy (“Efeito Cinderela”) . Seu último trabalho foi dublando a adorável Dona Clotilde da animação “Chaves”.
Helena morreu as 18h15 desta quinta, 8 de novembro de 2007, aos 74 anos de idade, por falência múltipla dos órgãos, choque cardiogênico e miocardiopatia isquêmica. A dubladora estava internada desde o dia 12 de outubro, no hospital Igesp, na Bela Vista (São Paulo), devido a um problema nos rins e no fígado, e posteriormente por arritmia cardíaca.
Entrevista com Helena Samara
Abaixo você confere parte da entrevista realizada com Helena Samara em 2003 para a revista Anime Kids.
David Denis Lobão – A senhora fez a Vovó Uranai em “Dragon Ball Z”, mais uma bruxa na sua carreira…
Helena Samara – É mesmo, devem achar que eu tenho cara de Bruxa (risos).
DDL – A Senhora gosta de dublar Bruxas?
HS – Eu gosto muito de dublar, não só bruxas, mas infelizmente não estão me escalando tanto atualmente.
DDL – E dos desenhos? O que a senhora mais gosta?
HS – Do carinho que os fãs deles nos trazem. De ir aos eventos e ser aplaudida, de pedirem autografo, de tirarem fotos. É uma troca muito gostosa, que faz bem. Adoro todos eles.
O adeus da cosplayer da Bruxa para a voz da sua personagem
Catia Villagrand ganhou fama como a ‘Bruxa do 71 brasileira’. Após fazer a fantasia da adorável personagem do seriado “Chaves”, a gaucha conseguiu se classificar para a final do campeonato YCC e tornou-se conhecida pelos fãs da série como a ‘cosplayer oficial’ da personagem no Brasil.
Catia ficou triste e abalada com o falecimento da dubladora que tanto inspirou suas apresentações. “Antes de fazer o cosplay da senhorita Clotilde assisti episódios, pesquisei na net e fiquei conhecendo o trabalho dela, Helena foi muito especial para mim pela sua historia de vida e por seus trabalhos, já que ela não era somente a dubladora da Bruxa do 71, ela era atriz de teatro e também dublou ‘Os Flintstones’, ‘Dragon Ball Z’… E por mais incrível que pareça me acho de aparência física parecida com ela”.
A cosplayer da Bruxa do 71 prestou homenagem para a dubladora em seu Fotolog e perfil do Orkut. “Fiquei muito triste quando soube ontem que ela havia falecido, mas o que me conforta é saber que estará com os outros amigos dela (dubladores do seriado “Chaves”) que já se foram”.
Catia deixa um aviso para os fãs de “Chaves” a homenagem para a personagem e para a dubladora vai continuar. “Eu vou continuar apresentando o cosplay de Bruxa do 71 que considero meu cosplay da sorte, sempre que puder. Gostaria muito de estar em São Paulo para usar minha roupa de Bruxa do 71 e prestar minha ultima homenagem a esta pessoa ta especial para mim”, conclui a cosplayer do Rio Grande do Sul.
Teremos versões em português de abertura e encerramento de “Hades – A Saga do Inferno”


Fonte: ohaYO!
A PlayArte conseguiu junto a Toei Animation as gravações das versões em português das músicas de abertura e encerramento da inédita fase Inferno da Saga de Hades de “Cavaleiros do Zodíaco”.
As músicas “Pegasus Forever” e “My Dear”, nas vozes de Ricardo Cruz e Larissa Tassi, foram gravadas na última segunda-feira. Larrisa Tassi gravou pela manhã na casa de dublagem Dubrasil e Ricardo gravou a noite em um estúdio próprio.
As gravações estarão nos quatro DVDs com três episódios que serão lançados. Eles poderão ser adquiridos em formato box juntamente com o DVD exclusivo “Episódio Zero”.
O lançamento dos DVDs está previsto para novembro.
Ricardo Cruz: famoso cantor brasileiro de anime songs
A música de abertura da fase inferno de Hades, “Pegasus Forever”, foi interpretada e adaptada por Ricardo Cruz, jornalista, fã e tradutor de animê e mangá, que hoje também integra o grupo japonês “JAM Project” formado por consagrados cantores de anime songs: Hironobu Kageyama (“Dragon Ball Z” e “Changeman”), Masaaki Endo (“Cybuster” e “Cowboy Bebop”), Masami Okui (“Slayers”), Rica Matsumoto (“Pokémon”), Hiroshi Kitadani (“One Piece”) e Yoshiki Fukuyama (“Macross 7”), destes a única que ainda não se apresentou no Brasil foi Rica Matsumoto, todos os demais já estiveram no evento Anime Friends com Ricardo.
O jovem que é fluente em japonês, é coordenador do “Super Friends Spirits”, atração que traz artistas internacionais anualmente no Anime Friends, a maior convenção de animes, mangás e tokusatsu do continente americano.
Em uma das vindas do cantor Hironobu Kageyama ao Brasil, Ricardo Cruz foi convidado para participar do processo de seleção para integrar a banda japonesa. Aprovado, Ricardo Cruz estreiou com o single “Gong”, tema do novo jogo “Super Robot Taisen Alpha”, da plataforma PlayStation.
Ricardo Cruz também interpretou em português o tema de abertura do animê “Hunter x Hunter” (Rede TV!).
Larissa Tassi volta a interpretar música de “Cavaleiros do Zodíaco”
A música “My Dear” que encerra o episódio “Hades – A saga do Inferno” de “Cavaleiros do Zodíaco” será cantada por Larissa Tassi.
A cantora já é conhecida pelos fãs de “Cavaleiros do Zodíaco” por ter cantado junto com o cantor William muitos sucessos, dentre eles estão: “Cavaleiros do Zodíaco”, “Seiya, o Cavaleiro de Pégasus” e “Saori”.
Esta fase foi o auge da carreira da cantora que conquistou disco de Ouro, de Platina e Platina Duplo, com a vendagem de mais de 750 mil cópias, em 1995.
Na época, a cantora foi convidada especial e fez uma participação no CD “Guerreiras Mágicas de Rayearth” onde interpretou a abertura do desenho apresentado no SBT.
Larissa também cantou em português os temas de abertura e encerramento da fase Santuário da Saga de Hades de “Os Cavaleiros do Zodíaco”.
Direto do Japão o príncipe-herdeiro Naruhito vem para o Brasil

Fonte: AnimePRÓ
Um comunicado oficial da Agência da Casa Imperial do Japão, anunciado ontem (16/10), divulga que o príncipe-herdeiro Naruhito será o representante oficial da Família Imperial Japonesa nas comemorações de junho de 2008. A informação foi confirmada pelo Consulado Geral do Japão em São Paulo.
Em 2008, o príncipe-herdeiro Naruhito participará das comemorações pelo Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, programadas para Brasília (18 de junho), São Paulo (21 de junho) e Paraná (22 de junho), entre outros locais a definir.
De acordo com fontes da agência, sua esposa, a princesa Masako não acompanhará o príncipe em sua viagem, por recomendação médica, devido à distância e à agenda atribulada da passagem pelo Brasil.
O príncipe-herdeiro, de 47 anos, atende um convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que enviou uma carta em agosto de 2006, solicitando uma visita do imperador Akihito e da Família Imperial ao Brasil. O príncipe-herdeiro Naruhito visitou o Brasil em 1982. Seu irmão mais novo, príncipe Akishino, veio ao País em 1988, no 80º aniversário da imigração japonesa.
O imperador Akihito e a imperatriz Michiko vieram ao Brasil três vezes. Em 1967, o príncipe-herdeiro Akihito e a princesa Michiko visitaram o Brasil pela primeira vez, com uma recepção que lotou o estádio do Pacaembu. Em 1978, participaram das comemorações pelos 70 anos da imigração, novamente lotando o Pacaembu.
Em 1997 o casal imperial fez uma nova visita de dez dias ao Brasil, provocando grande emoção na comunidade. E em 1998, a comunidade nikkei de todo o País comemorou com festa os 90 anos da imigração, com a presença da última sobrevivente da primeira leva de imigrantes, Tomi Nakagawa.
Os governos do Japão e do Brasil designaram 2008 como o “Ano do Intercâmbio Brasil-Japão”, comemorando o Centenário da Imigração Japonesa no Brasil.
Cantora brasileira de Wolf’s Rain fará shows em algumas cidades

Fonte: AnimePRÓ
Joyce, a cantora brasileira, do animê Wolfs Rain, fará 2 shows no Brasil antes de embarcar para sua turnê na Europa. A cantora ficou famosa no cenário dos animês e mangás por ter composto a música Coração Selvagem na série Wolfs Rain.
Além disso, ela cantou em inglês duas composições da Yoko Kanno, famosa compositora que “atuou” em Cowboy Bebop, Macross Plus, Escaflowne e no próprio Wolfs Rain.
Para quem não conhece o trabalho de Joyce na série, ela cantou ainda as musicas Dogs and Angels e Run. A cantora segue o estilo MPB, obteve o auge de sua carreira fora país. Para quem curte cinema, suas músicas já estiveram presentes em filmes como Legalmente Loira e O jogador.
A cantora se apresentará no dia 19 de outubro no J Club, no Rio de Janeiro. Já em São Paulo, a apresentação ocorre dia 30 no Sesc Ipiranga.
Para mais informações:
Site oficial da cantora
Sesc Pinheiros – São Paulo
www.casajulietadeserpa.com.br/principio/pjclub.html
J Club – Rio de Janeiro
Especial de animês e Mangás na FIQ

Fonte: HQ Maniacs
Já começou em Belo Horizonte, a 5º FIQ – Feira Internacional do Quadrinho fará uma homenagem ao Japão e a sua cultura, com uma programação integrando a Semana do Japão.
O país recebe uma área especial, com as exposições Nouvelle Mangá, que reúne 100 trabalhos de artistas japoneses e europeus deste movimento que constrói pontes criativas entre os quadrinhos do velho continente e da terra do sol nascente; e Dreamland, que apresenta desenhos, acetatos originais e cartazes de importantes mangás e animês produzidos no Japão. Há ainda mostras individuais do brasileiro Julio Shimamoto, e dos japoneses Yoshihiro Tatsumi e Kan Takahama, que estará presente no festival. Tatsumi, autor do mangá Mulheres e um dos fundadores do Estúdio Gegiká, apresenta 33 obras em sua exposição. Kan Takahama, autora que se destaca pela forma intimista e sensível de retratar seus personagens, traz 13 originais para o Festival.
A feira acontece do dia 16 ao dia 21, de terça a sábado das 9h às 22h, e domingo das 9h às 19h, na Serraria Souza Pinto.
Loja Comix faz grande promoção de mangás!

Fonte: AnimePRÓ
A loja online Comix Book Shop (www.comix.com.br) preparou para o mês das crianças uma promoção superespecial com o intuito de incentivar a formação de novos leitores em torno do universo mágico dos quadrinhos.
Durante todo mês de Outubro — PROMOÇÃO VÁLIDA ATÉ O DIA 31/10 E SOMENTE PARA VENDA ONLINE —, centenas de revistas dos mais variados estilos e autores consagrados estão custando apenas R$1,00 e R$2,00. Alguns dos títulos custam até menos da metade do valor de mercado.
São obras de diferentes estilos para os mais variados gostos, clássicos como O Fantasma, tiras especiais de Tarzan, Príncipe Valente e Homem-Aranha (nas revistas Stripmania), séries do momento, como 100 Balas, e personagens consagrados tais como Batman, Hulk e Superman. Os fãs de mangás também não ficam de fora: são apresentados a uma das séries mais famosas do mundo, Blade – A Lâmina do Imortal, e à minissérie Quark.
Para aqueles que gostam de publicações de referências e de ler sobre quadrinhos, estão disponíveis diversas edições da revista especializada Wizard.
Podem ser lidos autores consagrados, como Frank Miller e Sergio Aragonés, com seus títulos Bad Boy e Groo, respectivamente.
Títulos que não são encontrados tão facilmente, como “A Brigada dos Encapotados”, “Estranhos no Paraíso” e “Ninja Boy” também figuram entre os títulos disponíveis.
É a uma ótima oportunidade para conhecer grandes obras a preços mínimos. Não perca tempo e acesse www.comix.com.br.
Em novembro teremos Charlotte no Brasil!

Fonte: ohaYO!
Pela primeira vez um banda japonesa de JRock fará show no Brasil. Estamos falando do grupo Charlotte que em novembro fará dois shows no Brasil, um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro.
O grupo Charlotte vai tocar no Brasil graças a uma parceria inédita entre a empresa Yamato Comunicações e Eventos – que realiza o evento Anime Friends, e o site JaME Brasil.
A banda Charlotte se apresenta no sábado, dia 10 de novembro, em São Paulo na Associação Okinawa do Brasil (Bairro da Liberdade). Já no domingo, dia 11 de novembro, o show rola no Rio de Janeiro no Ginásio do Esporte Clube Maxwell (Bairro Andaraí).
Os portões dos dois locais serão abertos às 16 horas. Como aquecimento do show serão apresentados no palco um concurso de visual kei e uma banda de abertura. Às 19 horas o grupo Charlotte subirá ao palco para sua grande apresentação. A previsão é que o show seja encerrado às 21 horas, tanto em São Paulo, quanto no Rio. Os ingressos custarão R$ 25,00 (meia-entrada).
Posto isto, finalmente o Brasil enfim será palco de um show de JRock. E a escolha promete agradar muitos fãs do gênero já que o grupo Charlotte é uma divertida banda de ‘Oshare kei’ (vertente do visual kei) que usa como tema a vida escolar. Para você que não conhece ter uma idéia, o site do oficial da banda é intitulado “A escola de Yokohama Charlotte” e seus visuais consistem em uniformes escolares.
E fiquem atentos, que se este show trouxer um bom retorno de público outros virão!
Serviço: Shows do Grupo Charlotte no Brasil
São Paulo:
Data: 10/11
Horário: 16 horas (a banda subirá no palco às 19 horas)
Local: OKINAWA – Associação Okinawa do Brasil
Endereço: R. Dr. Tomás de Lima, 72 – Liberdade
(Próximo do metrô Liberdade)
Rio de Janeiro:
Data: 11/11
Horário: 16 horas (a banda subirá no palco às 19 horas)
Local: Ginásio do Esporte Clube Maxwell
Endereço: Rua Maxwell, 174 – Andaraí
(Próximo ao metrô Saens Peña)
Você confere abaixo um trailler sobre o show do grupo no Rio de Janeiro.
Em Yokohama, os três membros fundadores do Charlotte decidiram fazer um show teste no Yokohama Arena Sound Hall em 2000. Naquele tempo somente Kazuno, Ruka e Takane eram membros oficiais, enquanto Mitsujou era o guitarrista suporte, mas logo depois virou membro oficial, lançando a primeira demo com a banda, simplesmente intitulado de “Charlotte” e fazendo um próximo show no Yokohama 7th Avenue. Logo depois Touya completou a banda como o segundo guitarrista e a banda mudou a escrita do seu nome para “Charlotte”, só que em caracteres em hiragana.
Como qualquer uma banda de Visual Kei iniciante, a banda embarcou em uma longa agenda de shows para ganhar algum reconhecimento, o que funcionou muito bem: logo no início a banda apareceu no show do HYSTERIC MEDIA ZONE antes do lançamento do seu primeiro single em 2002.
Já com um certo sucesso a banda fez mais shows, inclusive participações em grandes eventos como “stylish wave ‘03”, como também lançou mais CDs. Em Agosto a banda realizou seu primeiro one-man no Takadanobaba AREA, que teve seus ingressos esgotados, como também lançou um CD “coupling” com a banda MASK, que alcançou o 4º lugar no ranking independente do Oricon.
Em 2004 a banda retornou para casa, fazendo um one-man no Yokohama Arena Sound Hall, que também teve seus ingressos esgotados. Lançaram seu primeiro mini-álbum, participaram do “stylish wave ‘04” e também alcançaram de novo o ranking do Oricon com o single “Koishinbou Mansei!!”.
2005 foi um ano de boas novidades para a banda: embarcaram numa tour one-man por Nagoya, Osaka e Yokohama, além de uma tour patrocinada pela revista hev’n. Lançaram outro mini-álbum e o primeiro DVD ao vivo, além de duas coletâneas com músicas de CDs que estavam esgotados.
Já 2006 veio com várias surpresas agradáveis: mesmo não sendo a banda mais famosa de oshare-kei, o Charlotte assinou um contrato major! Como primeiro single major a banda decidiu por regravar e relançar o single Yokohama Love Story, só que com uma b-side diferente: DIAMOND BUSAIKU. Além disso, a banda embarcou em outra tour one-man por todo o Japão, tendo o show final no famoso Shibuya AX, que também teve os ingressos esgotados.
Para completar o ano com chave de outro, a banda lançou o primeiro full-álbum em dezembro, intitulado “Sharudenashi Blues”. Por trás disso, espera-se que essa banda de visual colegial conquiste muitas outras coisas com o novo contrato major e que continuem fazendo músicas com a mesma alegria de sempre.
Anime em flash incentiva o turismo em Osaka

Fonte: AnimePRÓ
Em um esforço para fomentar o turismo exterior em Osaka, o governo local buscou a ajuda de uma famosa companhia de animês on-line, a Fanworks, para criar uma série animê em flash sobre Osaka.
A série conta as aventuras de 3 jovens que trabalham no comércio de chás.
Planejam-se 4 episódios do animê. O segundo já está on-line e pode ser visto com legendas em inglês. Para conferir, acesse www.octb.jp/anime/
Atari 2600 completou 30 anos!

Fonte: Geek
Outubro é o mês de aniversário do Atari 2600, que em 2007 completa 30 anos de existência.
O videogame, que é fruto de um projeto de codinome Stella, é tido por muitos como o primeiro videogame doméstico, ainda que outros atribuam a façanha ao primeiro Odyssey, da fabricante Magnavox, lançado em 1972.
O fato é que o Atari 2600 (conhecido em seus primeiros anos como Atari VCS) foi o primeiro videogame a ganhar popularidade e ditar um modelo que é seguido até hoje. Seis gerações depois, os limitados cartuchos foram substituídos por poderosos DVDs e Blu-rays, mas a essência do mercado, de trabalho conjunto entre estúdios terceirizados que cooperam com as fabricantes de consoles, continua basicamente a mesma.
Em 1977 a Atari não era uma novata no mercado. Fundada cinco anos antes, a companhia distribuiu a primeira versão doméstica do jogo PONG, popular em fliperamas da época, e que a partir de 1975 começou a ganhar notoriedade.
Porém, foi apenas alguns anos depois que a companhia ganhou fama mundial e estabeleceu um novo padrão. O console, que tinha apenas 128 bytes de memória RAM e era vendido por US$ 199, sendo uma alternativa mais barata que o vício nas máquinas de pinball e primeiros jogos eletrônicos das casas de fliperama, o que deu início a uma mudança brutal no mercado.
Ainda que possa ser considerada como a segunda geração de videogames domésticos, o Atari participou da primeira geração de grandes clássicos, com o aparecimento de jogos como Pac-Man, Pitfall!, River Raid, Enduro e as primeiras adaptações dos fliperamas para o videogame, que ampliaram a fama de jogos como Space Invaders, por exemplo.
Os anos se passaram e a indústria cresceu, se transformando em um mercado bilionário com produções de jogos semelhantes às de grandes filmes. Dos 4 kB de armazenamento nos cartuchos para 50 GB de dados em Blu-rays. Dos controles de um botão e um direcional para controles de três direcionais e 12 botões.
Os títulos que antes custavam pouco para fazer e eram desenvolvidos por apenas um ou dois programadores, hoje, envolvem dezenas de profissionais, anos de produção e um alto investimento.
Hoje, de sua fabricante restou pouco. A que foi a pioneira e uma das maiores empresas de game um dia, está em dificuldades financeiras e corre para distribuir seus poucos títulos. Os tempos mudaram, mas uma coisa é certa: os jogos da Atari continuam lembrados e inspirando outros jogos 30 anos após seu lançamento, feito que outras poucas empresas conseguiram e conseguirão.
Novo jogo de dança online: Audition.
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Fonte: AnimePRÓ
A KAIZEN Games acaba de lançar a versão comercial do jogo de dança online Audition. Antes, na versão beta, o jogador não podia se comunicar com os demais dentro do game. Agora todos os jogadores que estiverem online, competindo em uma das 10 arenas podem conversar através de chats. Outra novidade é a loja virtual onde os avatares podem escolher os mais diferentes itens como bonés, tênis, roupas, acessórios para cabelo, óculos, etc. Tudo comprado com KAIZEN Cash. Os cadastros efetuados na versão beta continuam valendo com o lançamento comercial na versão oficial. Já a pontuação conquistada durante o período em que o jogo esteve no ar para teste foi zerada. Disponível para download no site oficial www.audition.com.br, o Audition é gratuito e indicado para jogadores de todas as idades.
Totalmente em português, Audition é completamente diferente de todos os MMOGs (massive multiplayer online games) já lançados no Brasil. É uma competição de dança virtual, ambientada em várias arenas diferentes. O jogo usa a dinâmica dos tapetes de dança para PC e console e das máquinas de dança para fliperama, com a diferença de que ninguém precisa sair da cadeira para sacudir o esqueleto, basta usar as setas do teclado.
Audition foi desenvolvido pela coreana T3 Entertainment, empresa do grupo Yedang Online, o mesmo que criou o MMORPG Priston Tale, também publicado no Brasil pela Kaizen Games. Mania no Oriente, mais de 100 milhões de pessoas já dançaram em suas pistas virtuais. Para jogar Audition, basta fazer o login no site (www.audition.com.br): o download é feito automaticamente. Quem já era usuário da versão beta não precisa fazer download novamente.
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